Excelente animação da Lions Gate retratando o futuro da raça humana que teve de abandonar a Terra e outros três mundos após exaurir todos os seus recursos naturais, e partir em busca de uma nova moradia. Veja o trailer abaixo:
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Animação "Battle for Terra"
sábado, 7 de novembro de 2009
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Marcadores: Artes e Design, Cinema
Preso por MP3 é absolvido seis anos depois
SÃO PAULO – O fotógrafo Alvir Reichert Júnior, preso em agosto de 2003 em Curitiba por manter um site de músicas na internet que não recolhia direitos autorais, teve declarada sua absolvição. A sentença foi dada pela juíza da 1ª Vara Criminal de Curitiba, Elizabeth Nogueira Calmon de Passos, que determinou a extinção do processo por entender que o caso já tinha passado de seu tempo, considerando assim uma “absolvição técnica”. Leia a matéria na íntegra em Info.
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O Olho de Hórus
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Símbolo muito sagrado no antigo Egito. Se lhe chamava Outa: o olho direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. O “olho” direito de Hórus era chamado “vaca de Hathor” e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono vê debaixo dele todo o Universo. O Olho é símbolo do conhecimento e também da divindade, para quem nada permanece oculto. “Olho que tudo vê”. Para os gregos era “o Olho de Júpiter”, para os pársis era “o Olho de Ormuzd”. Deus Onividente, Salvador e Preservador.
OS EGÍPCIOS utilizavam vários amuletos protetores, tanto em vida quanto em suas múmias. Entre os mais antigos encontra-se o Olho Uedjat que já aparece no Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) e é um dos mais comuns em todos os períodos da história egípcia. Ele simbolizava o olho direito do falcão, isto é, de Hórus, o qual foi perdido durante a luta desse deus com seu tio Seth, que o fracionou em 64 partes. Entretanto, diz a lenda, o olho foi restaurado por Thoth. Além do olho propriamente dito, desenhado com traços bem marcados, o amuleto apresenta uma protuberância que reproduz a lágrima que normalmente brilha na face daquela ave de rapina. Podia ser feito de ouro, prata, granito, hematita, cornalina, lápis-lazúli, porcelana, madeira, etc. O que vemos acima, pertencente ao acervo do Museu do Louvre, é de faiança egípcia e mede 10,3 cm de altura por 13 cm de largura. Sua proveniência é desconhecida, mas foi datado como sendo do Período Tardio (c. de 712 a 332 a.C.). O LIVRO DOS MORTOS, em seu capítulo CXL, determina que tais amuletos sejam feitos de lápis-lazúli ou de ametista. A rubrica desse capítulo diz o seguinte:
Palavras a serem recitadas diante de um Uedjat de lápís-lazúli verdadeiro ou de ametista banhada de ouro, diante do qual serão feitas oferendas de todos os tipos de coisas boas e puras quando Rá se mostrar no último dia do segundo mês da estação pert. E farás outro Uedjat de jaspe, que colocarás sobre a parte que quiseres do corpo do homem morto, e quando este capítulo tiver sido recitado diante do barco de Rá, o falecido será transportado de par com esses deuses, e tornar-se-á um deles, e levantar-se-á no mundo inferior. E enquanto este capítulo estiver sendo recitado, e enquanto as oferendas estiverem sendo feitas no tempo em que o Uedjat está cheio, quatro altares serão alumiados para Rá-Tem, quatro para o Uedjat, e quatro para os deuses citados. E sobre cada um deles haverá bolos de pão feitos de farinha fina, cinco bolos brancos, shai, cinco baaq, uma medida de incenso e um quarto assado de carne.
A estação pert da qual fala o texto se refere ao período da semeadura e a citação ao "tempo em que o Uedjat está cheio" é uma referência ao solstício de verão, como veremos adiante, ao passo que os 12 altares correspondem aos meses do ano.
HÁ DOIS TIPOS DE uedjats: um que olha para a esquerda e outro que olha para a direita. Juntos representavam os dois olhos de Hórus, sendo que um deles era branco e o outro preto, segundo consta de um texto bem antigo. Também se interpretava o primeiro como sendo o Sol e o outro a Lua, ou como sendo Rá e Osíris, respectivamente. De maneira geral, para os egípcios, o amuleto que representava o Olho Uedjat possuia um poder mágico especial e, por isso, aparecia no espólio funerário. Reproduzido em todos os tamanhos — nos diz Elisabeth Delange — ele veio a ser um simples amuleto disposto sobre a múmia, uma jóia pendente no peito, ou ainda um anel funerário, multiplicado por todos os dedos das mãos, e até nas várias falanges ao mesmo tempo, como foi o caso da múmia do jovem rei Tutankhamon (c. 1333 a 1323 a.C.). O anel cuja foto vemos acima encontra-se atualmente no Museu do Louvre sendo sua proveniência desconhecida. Mede 1,42 cm de altura e 1,90 cm de largura e está datado do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.)
A LENDA DO OLHO SIMBOLIZA O CICLO DA LUA: Hórus, tendo perdido seu olho na Lua nova, é depois reconstituído são e inteiro na Lua cheia. Assim, o Olho Uedjat se torna o sinal da plenitude recuperada, da força, do vigor, da proteção, da segurança, da integridade física e da boa saúde. Nessas e em coisas semelhantes os egípcios pensavam ao usar esse amuleto, encarado provavelmente como o olho branco de Hórus, isto é, o Sol, como nós hoje pensamos em sorte ao usarmos um pé de coelho no chaveiro. Nos textos religiosos — ensina o egiptólogo Wallis Budge — usa-se com freqüencia a expressão "meh Uedjat", isto é, o "enchimento do Uedjat", e depreendemos claramente de inúmeras considerações que ela se refere ao Sol no solstício de verão; dessa maneira, o amuleto parece destinado a trazer ao seu portador força e saúde semelhantes às do Sol na estação do ano em que ele é mais poderoso. No capítulo CLXVII do Livro dos Mortos, extraído do papiro do escriba Nebseni, vemos essa associação entre a recuperação do olho pela divindade e a saúde do usário do amuleto. Ali o falecido recita:
O deus Thoth trouxe o Uedjat e o fez estar em paz depois que ele partiu, ó Rá. A tempestade afligiu-o terrivelmente, mas Thoth fê-lo descansar depois que ele se safou da tempestade. Sou são e ele é são; sou são e ele é são; e Nebseni, o senhor da piedade, é são.
CADA UM DOS ELEMENTOS DO OLHO UEDJAT, ou seja, a sobrancelha, a pupila, etc., serviam para formar uma fração do sistema numérico dos egípcios. Todos os pedaços reunidos formavam o Uedjat intacto, o número inteiro, a unidade recuperada e, por efeitos mágicos, o amuleto proporcionava a integridade física e a valentia do corpo. Quando Seth arrancou o olho de Hórus jogou-o para a orla do mundo. Nesse instante o céu noturno mergulhou em trevas. Isso simbolizava a fase da Lua nova, ou seja, a invisibilidade da Lua. O deus Thoth, protetor de Hórus, saiu à procura do olho e encontrou-o nas trevas exteriores, em pedaços. Essa é a fase do quarto crescente lunar. Trouxe-o de volta, juntou as partes novamente e formou a Lua cheia, sinal de que tudo estava bem novamente. De acordo com os textos funerários, Thoth exclamou:
Vim à procura do Olho de Hórus,
de modo que eu possa trazê-lo de volta e contá-lo.
Descobri-o [e agora está] completo, contado e bem,
de modo que possa chamejar e subir ao Céu
e golpear acima e abaixo...
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De fato o símbolo do Uedjat pode ser decomposto em pedaços como se vê na figura acima. Cada parte do olho representa uma fração que somadas resultam em 63/64, ou seja, aproximadamente um. Os egípcios acreditaram que o último pedaço (1/64) era mágico e não podia ser visto. Ao juntar as partes dispersas do olho, Thoth restabeleceu a ordem no mundo e proclamou:
Sou o que devolve o Olho Uedjat.
Sou o que aboliu sua opacidade, quando seu brilho foi prejudicado...
Sou o que devolve o Olho Uedjat
quando é salvo de seu infortúnio... [de modo que agora tudo está bem] na casa da Lua.Esta reportagem foi enviada por Gabriel Campos de Oliveira
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Uma Alienígena chamada Dolores Barrios…
Um dos congressos ufológicos mais curiosos de todos os tempos ocorreu nos dias 7 e 8 de agosto de 1954. Esse encontro foi celebrado no topo do Monte Palomar, a mais de dois mil metros de altura, em frente à rústica hospedaria chamada Skyline Lodge.
O congresso havia sido convocado por três dos mais famosos contatados: George Adamski, Truman Bethurum e Daniel Fry. Mais de mil pessoas compareceram ao encontro, entre jornalistas americanos e estrangeiros, agentes do FBI, pilotos de aviação, testemunhas de aparições de discos e simples curiosos.
Cada um dos contatados relatou sua própria experiência e aproveitou para vender seus livros autografados. Quando chegou a vez de Adamski, o "professor" explicou que os venusianos eram muito parecidos com os seres humanos. Tanto era assim que haviam se infiltrado e agora estavam vivendo nas grandes cidades. Além disso, apresentou um quadro que era a representação artística de um venusiano.
George Adamski com um quadro de Orthon
Ao entardecer do primeiro dia se produziu um grande rebuliço quando entre o público se notou a presença de dois homens e uma mulher de aspecto estranho. Começou a correr o rumor de que eram venusianos disfarçados. Os infiltrados de que havia falado Adamski algumas horas antes.
Um dos homens usava óculos. Os três eram brancos e a mulher possuía longos cabelos loiros, mas o mais estranho eram seus olhos negros.

Um dos participantes do congresso lhes perguntou, sem hesitar: "Vocês são ou não são venusianos?". A mulher, sorrindo, respondeu tranquilamente, "Não".
"- Por que estão aqui?
- Porque estamos interessados no assunto.
- Acreditam nos discos voadores?
- Sim.
- É verdade que, como diz o senhor Adamski, eles são de Vênus?
- Sim. Eles são de Vênus".
Nesta reunião se encontrava o jornalista brasileiro João Martins, que também os entrevistou e conseguiug os seguintes dados:
Ela se chamava Dolores Barrios, e era desenhista de vestidos; os nomes de seus acompanhantes eram Donald Morand e Bill Jarmarkt. Todos eram residentes de Manhattan Beach, Califórnia.
Martins lhes pediu que se deixassem fotografar, mas eles se negaram, incomodados. Estavam cansados de serem chamados de venusianos. Segundo Martins, Dolores Barrios se parecia muito com a pintura do venusianos que Adamski havia mostrado.
Pelo resto da convenção os três ficaram isolados sem falar com os outros congressistas. No dia seguinte, uma vez terminado o congresso, os estranhos visitantes se deixaram fotografar.
Dolores, de corpo inteiro; Donald e Bill
Atualmente se diz que Martins a fotografou utilizando um flash, pegando-a desprevenida. Dolores teria se assustado e correu até o bosque. Logo depois, do bosque se elevou um disco voador, mas ninguém teria sido capaz de tirar um foto.
[É apenas uma fantasia. A história original publicada originalmente na revista O Cruzeiro por Martins no final de outubro de 1954 contém outra fotografia em que Dolores posa de corpo inteiro bem como de seus amigos, aparentemente um tanto envergonhados mas conscientes das imagens. Deve ser desnecessário dizer que Dolores não era uma venusiana, em Vênus suas mechas loiras não ficariam muito bem na atmosfera corrosiva, à temperatura cotidiana superior a 400 graus Celsius. Embora a pintura de Adamski lembrasse Dolores, o que poucos lembram é que a pintura retratava "Orthon". Um venusiano... do sexo masculino.]

Texto original de Luis Ruiz Noguez, Una venusina en Monte Palomar. Imagens da revista Vigília, Supostos ETs, e do artigo original do Cruzeiro através do Centro de Estudos Ufológicos de Venâncio Aires, Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz e revista UFO, Quem foi Dolores Barrios?.
por Luis Ruiz Noguez
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Caetano Veloso diz que Lula não sabe falar e é cafona
Rita Conrado, do A TARDE
O cantor e compositor Caetano Veloso foi criticado nesta quinta por políticos e artistas baianos devido à sua comparação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a senadora Marina Silva (PV), a quem atribuiu a vantagem de “não ser analfabeta, grosseira e cafona”, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Mesmo os oposicionistas consideraram desnecessária a declaração do compositor baiano. “Esse tipo de manifestação gera polêmica, mas não contribui para o debate político”, assinalou o deputado estadual Gildásio Penedo (DEM), que preferiu comentar apenas a escolha de Caetano em relação ao candidato à Presidência da República. “O posicionamento de Caetano, que é um eleitor de esquerda, mostra que a candidatura de Marina Silva pode criar embaraços aos planos do presidente Lula de eleger Dilma Rousseff”.
Equívoco - O presidente do Partido Verde na Bahia, Ivanilson Gomes, preferiu avaliar os possíveis ganhos para a legenda. “O que ele fala repercute. Causa alegria saber que uma figura como Caetano pretende votar na Marina”, assinalou Gomes, que defende também uma candidatura do partido para o governo do Estado. Quanto às palavras usadas para qualificar o presidente Lula, Gomes preferiu não fazer comentários. O secretário estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos (PV), disse que Caetano foi infeliz na sua declaração. “Marina não precisa de uma campanha anti-Lula”, afirmou. “Para falar da sua preferência, Caetano não precisava desqualificar o presidente”, disse o secretário, que faz parte e apoia a reeleição do governador Jaques Wagner (PT). Matos lembrou que Marina, até pouco tempo, fazia parte do governo federal.
Preconceito - O líder governista, Waldenor Pereira (PT), viu nas palavras de Caetano uma forte dose de preconceito. “Como seu admirador, fiquei estarrecido”, confessou. “Caetano não precisa chamar a atenção da opinião pública às custas do presidente, que é um dos homens mais queridos da história recente deste País”, diz.
Já a cantora Carla Visi, que acabou de ingressar no PV, disse respeitar a opinião de Caetano, mas que não concorda com ele. “Lula é um político importante, eleito duas vezes presidente do País e líder de um partido que reúne uma legião de seguidores”, ressaltou. “Prefiro os elogios a Marina, sem depreciar Lula”, disse.
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No mês do acordo PT-PMDB, parlamentares recebem R$ 35 mi
O colunista do UOL Notícias em Brasília, Fernando Rodrigues, fala sobre a liberação, por parte do governo federal, do dinheiro das chamadas emendas parlamentares para deputados e senadores do PMDB, no mesmo mês em que o partido fechou um pré-acordo com o PT para as eleições de 2010. Saiba mais no blog do Fernando Rodrigues; siga o blog no Twitter; confira os casos de desvio de conduta no Congresso no Monitor de Escândalos do UOL; visite o UOL Notícias
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Filme 2012 vai virar série
De acordo com site, o filme 2012, que só estreia em 13 de novembro já tem planos para virar série. Em uma entrevista à Entertainmente Weekly, Roland Emerich, diretor do filme, disse que os trabalhos já iniciaram. “Há muito para se fazer numa série. O plano é que a história se passe em 2013 e conte o que aconteceu depois do desastre. É sobre reconstruir o planeta e isso é muito, muito fascinante (…). Acho que vamos focar num grupo de sobreviventes mas não barcos (aquelas naves usadas para salvar o máximo de pessoas possível que apareceram de relance nos últimos trailers). Talvez eles estejam num pedaço de terra que tenha sobrado, ou em um que tenha se tornado uma ilha no processo de desmatamento dos continentes. São tantas possibilidades.
Fonte: uol
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Símbolo muito sagrado no antigo Egito. Se lhe chamava Outa: o olho direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. O “olho” direito de Hórus era chamado “vaca de Hathor” e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono vê debaixo dele todo o Universo. O Olho é símbolo do conhecimento e também da divindade, para quem nada permanece oculto. “Olho que tudo vê”. Para os gregos era “o Olho de Júpiter”, para os pársis era “o Olho de Ormuzd”. Deus Onividente, Salvador e Preservador.
HÁ DOIS TIPOS DE uedjats: um que olha para a esquerda e outro que olha para a direita. Juntos representavam os dois olhos de Hórus, sendo que um deles era branco e o outro preto, segundo consta de um texto bem antigo. Também se interpretava o primeiro como sendo o Sol e o outro a Lua, ou como sendo Rá e

